terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Gestão das empresas , a estratégia dos recursos humanos


"A maioria das empresas ainda faz gestão por cargos, não por pessoas. Valorizam-se mais o procedimento, o sistema e o processo do que o indivíduo e suas particularidades. Temos de praticar na gestão de pessoas um conceito muito familiar à turma do marketing: customizar o atendimento. Em vez de tratar o profissional como um cargo despersonalizado, trate-o como uma pessoa com personalidade."
 Retirado de :http://grupoempreenda.com.br/tag/revista-melhor-gestao-de-pessoas/


Uma pessoa para um lugar… um lugar para uma pessoa! É diferente, pensem nisso...
Maria do Carmo

“ Do livro das melhores práticas”


Qual é a estrutura básica de um bom local de trabalho?
A empresa precisa estruturar sua comunicação de maneira bidirecional, manter claros seus valores de contratação e de plano de carreira. Basicamente, os colaboradores buscam respostas para três questões fundamentais sobre seu local de trabalho. Primeira: qual a importância do meu trabalho aqui? Os funcionários querem saber o quão significante para a empresa é o seu trabalho. Segunda: Como estou me saindo? Eles querem saber como está o andamento de suas tarefas - querem receber tanto elogios como críticas construtivas. E terceira: Para onde estou indo? Os funcionários querem saber onde eles estão profissionalmente e o quanto e como podem crescer na empresa. As "melhores empresas" apoiam políticas de prática e programas que respondem essas três questões

O Líder que faz a diferença estabelece metas

"Quando as pessoas não tem metas claras e possíveis a seguir, não devemos esperar que alcancem necessáriamente bons resultados. Um líder que faz a diferença estabelece as metas a serem seguidas, se possível, com a participação dos seus liderados, e divulga-as de forma bem “clara” para que todo o grupo possa “dar o salto para vencer a fasquia”.

Faça a diferença você também!"

Extraído de: http://recursoshumanos.blog.com/2012/10/

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Descrição e Análise de Funções

Atualmente, os Recursos Humanos constituem o principal ativo gerador de riqueza e sucesso para qualquer empresa, sendo que, o valor de cada um, pode ser maior ou menor em função das políticas e práticas da gestão.

Fonte: Openspace - Formação e soluções empresariasl ,lda

"Diferenças entre Chefe e Líder"

 
                  Identifique em cada ponto, uma ação do Chefe Líder
                                       ou do Chefe não Líder.
 
  1. Trata seus funcionários com respeito.
  2. Trata seus funcionários como simples executores de tarefas.
  3. Diz: “Fomos nós que erramos”, assumindo também a responsabilidade quando tem participação no erro.
  4. Diz: “Foi fulano quem errou”, nunca assumindo responsabilidade pela sua participação.
  5. Manda o funcionário executar a tarefa.
  6. Manda o funcionário executar a tarefa, dando as informações necessárias e apoio nas dificuldades.
  7. Chama sua equipe e mostra o caminho certo para executar a tarefa.
  8. Não orienta, apenas exige a execução da tarefa corretamente.
  9. Se um funcionário chegou atrasado diz: "o regulamento interno não permite..."
  10. Procura saber as razões do atraso e dá conselhos para o funcionário, verificando quando existe culpa.
  11. Faz das relações humanas um mágico poder.
  12. Pouco se importa com os problemas de sua equipe.
  13. Faz do trabalho um sacrifício.
  14. Faz do trabalho um prazer.
  15. Ouve sugestões e compreende pontos de vista diferentes dos seus. Aceita idéias úteis vindas da equipe.
  16.  É fechado e não aceita idéias da sua equipe.
  17. Sabe reconhecer um trabalho bem efeito, elogiando sua equipe. Também faz críticas quando encontra erros.
  18. Está sempre criticando o trabalho e mostrando sua insatisfação.
  19. Apoia o funcionário quando este tem razão, inclusive defendendo-o junto aos seus superiores.
  20. Concorda com seus superiores, mesmo sendo injusto e prejudicando os seus funcionários.
  21. Trata todos os funcionários com igualdade, independente das qualidades e deficiências de cada um.
  22. Trata os funcionários de acordo com merecimento de cada um, recompensando e punindo com justiça.
  23. É honesto e sincero, inspirando confiança, dando as informações necessárias e guardando para si apenas os assuntos confidenciais.
  24.  Manipula os funcionários usando mentiras e escondendo informações de interesse da equipe.
  25. Fala em NÓS.
  26. Fala em EU.
 
Retirado de: " RH Portal - o mais completo portal de recursos humanos"
 

"Liderar é Preciso"

"Ou você sabe liderar ou você não sabe!
Como delegar tarefas e fazer a equipe evoluir na direção dos objetivos da empresa?

Imagine um pássaro com uma asa só, dificilmente ele conseguirá alçar grandes voos. Um líder que não sabe delegar competências é como se fosse um pássaro de uma asa só. Saber delegar é uma necessidade dentro das organizações que precisa ser preenchida por aqueles que ocupam cargos de liderança, é uma das habilidades mais importantes que um líder deve dominar.

Aquele profissional que trabalha focado em urgências a todo instante, que não conhece profundamente os seus liderados, que não escuta as pessoas que trabalham sob seu comando, e que tem metas audaciosas para cumprir, mas não sabe delegar, está longe de ser um verdadeiro líder. Está mais para um administrador de crises do que um líder eficaz. Delegar é dar certa autoridade ao liderado, mas isso não significa perder o controle, pois delegar é também uma forma de dar oportunidade para a equipe evoluir e aprender.

O objetivo da delegação é conseguir que o liderado faça uma tarefa da melhor forma possível, em muitos casos fazendo até melhor que o próprio líder, dando à pessoa delegada a oportunidade de decidir, contribuindo com os objetivos mais importantes da organização.
O líder que sabe delegar descentraliza, e ao fazer isso, ele passa autonomia para o seu liderado. Em muitos casos, alguns colaboradores não se destacam dentro da equipe, e isso pode ocorrer por vários motivos, no entanto, a delegação pode ser uma ferramenta usada para dar a chance de crescimento e aprendizado, recuperando aquele colaborador que há muito não se destaca.

É importante entender que o líder, ao fazer o uso da delegação de competência como uma ferramenta de sua liderança, deverá ter a capacidade de tolerar erros e ter flexibilidade suficiente para não inibir o colaborador depois de praticada a delegação. Um erro muito comum é pensar que ao delegar o líder estará dando a responsabilidade ao liderado. Na verdade, quando se delega, a responsabilidade é toda do líder, porém, ele deverá fazer com que o colaborador que recebeu a delegação se sinta responsável para assumir o compromisso. É claro que erros serão cometidos após a delegação, em muitos casos a falha é do líder que não soube orientar como fazer as atribuições delegadas, ou talvez não soube escolher a pessoa certa para tal tarefa.

Uma boa delegação pode ser prejudicada por três fatores. O líder deve evitar tais fatores para conseguir a dedicação de sua equipe quando delega:

1- Falta de conhecimento da equipe. Se o líder não conhece profundamente as pessoas que compõem a equipe, não saberá escolher as pessoas certas para determinadas tarefas que precisará delegar.

2- Conhecer pouco do trabalho e suas características. Se o líder não conhece o trabalho, ou as tarefas que terá que delegar, não terá conteúdo suficiente para orientar seus liderados e com isso ficará mais difícil dar o suporte necessário à equipe. O líder não precisa conhecer cem por cento do trabalho, mas o suficiente para delegar com direcionamento correto.

3- Ser ansioso ou desconfiado. Ainda existem pessoas que ocupam cargos de liderança e não conseguem ser eficazes no processo de delegação por conta de seu desequilibro emocional. Se o líder for ansioso, vai se tornar um “chato” perante sua equipe, pois a ansiedade distanciará a paciência necessária para acompanhar a equipe. Se o líder for do tipo desconfiado, certamente não deixará o colaborador trabalhar com segurança e tranquilidade, pois uma pessoa desconfiada ocupando um cargo de liderança ficará supervisionando a todo o momento.

Quando se delega deve-se seguir os seguintes procedimentos:
- Escolher um momento apropriado para a delegação. Em muitos casos não dá para transmitir uma tarefa ao colaborador sem levar em conta o tempo que vai demorar para detalhar tal atividade, ou quando o colaborador já estiver sobrecarregado de atividades ficará difícil dar a ele outras obrigações esperando bons resultados. Saiba que delegação não é abdicar de algo jogando tarefas para o outro, não é botar o colaborador na “fogueira”, porque se fizer isso, estará antecipando maus resultados e gerando um clima de trabalho desagradável.

- Estabelecer um clima de empatia quando for transmitir a tarefa. Crie pontos de identificação, fale a linguagem do colaborador, pois para ter a atenção favorável da outra pessoa você deverá falar a mesma língua dela. Lembre-se que é tarefa do líder criar um ambiente de entendimento no processo de delegação.

- Apresentar os motivos pelas quais você vai delegar, ou seja, a importância da tarefa ou atribuição. Carol A. O`Connor (2005) destaca que quando as pessoas conhecem o objetivo da tarefa que lhes foi designada podem tomar decisões mais acertadas. É preciso situar a contribuição do trabalho de cada um, pois qualquer adulto quando compreende a importância do que faz se rende mais facilmente. Muitos colaboradores não se comprometem a fazer o que tem que ser feito porque não sabem realmente qual é a importância da tarefa, desconhecem qual é o significado daquilo que terão que executar. Transmitir o tamanho da importância de uma tarefa é papel do líder, pois ninguém se propõe a fazer algo com entusiasmo e dedicação se aquilo que for feito não tiver motivos significativos.

- Apresentar o motivo por ter escolhido aquele colaborador. Na grande maioria das vezes, a delegação não funciona porque o liderado que recebe a função não se sente importante para fazer tal tarefa. É fundamental ressaltar para o liderado os motivos que levou você, líder, a escolhê-lo, ou seja, a competência, a maturidade, a experiência dele, entre outros fatores usados como critério de sua escolha. Quando alguém se sente importante para fazer determinada tarefa, fará com mais empenho. Quando um ser humano se vê no papel de alguém que pode contribuir, se sentirá parte do sistema, e isso poderá contribuir para melhoria da autoestima do liderado.

- Apresentar a tarefa de forma clara. Não tenha receio de dar detalhes daquilo que terá que ser executado. Infelizmente presta-se pouca atenção a essa etapa da delegação, pois pode parecer óbvio por demais, porém, para garantir bons resultados é importante gastar um tempo para analisar com detalhes o trabalho a ser executado. Ora, se é importante a tarefa, deve-se esclarecer como praticá-la da melhor maneira possível, ou seja, o foco tem de estar direcionado para o resultado. E para se chegar ao resultado de forma satisfatória, defina a tarefa esclarecendo o que fazer, como fazer, quando fazer, onde fazer, etc. Lembre-se de determinar um tempo justo para a conclusão da tarefa. Se você delega uma atividade, mas não coloca limite de tempo para a execução, o colaborador poderá usar um espaço de tempo que ele considere apropriado. Combine com seu liderado o espaço de tempo adequado para iniciar, desenvolver e concluir a atividade delegada.

- Busque confirmação sobre o que foi delegado – obtenha um feedback. Pergunte ao liderado: “para que eu saiba se fui claro com você, qual é a importância da tarefa?” Encoraje uma análise da atividade delegada. Essa atitude do líder é essencial para estimular o sentimento de responsabilidade do liderado e para avaliar se o colaborador já se identifica com a tarefa. Buscar confirmação ajuda a verificar se ficou alguma dúvida, ou alguma distorção, o que é possível em qualquer comunicação entre as pessoas. Dessa forma, eliminam-se os possíveis bloqueios de comunicação para evitar falhas futuras.

- Aponte as expectativas. Se o liderado não sabe o que se espera dele, ficará difícil que atenda as expectativas. Depois de transmitir a tarefa e buscar confirmação, diga ao colaborador o que você espera dele durante a execução da tarefa. Mostre a ele que você tem boas expectativas. Ao fazer isso, defina com o colaborador quais são os comportamentos considerados como bom desempenho. Explique como e quando será avaliado. Essa etapa é fundamental no processo de delegação, pois não basta apenas executar uma tarefa, é importante executá-la com qualidade.

Quando delegar, deixe a certeza de que o liderado poderá contar com você, que ele não está sozinho. Acompanhe indiretamente e se precisar intervir, dê apoio e segurança, mostrando os caminhos que o levarão ao êxito.

Liderar é ajudar as pessoas a obterem sucesso naquilo que elas fazem. Para liderar eficazmente é preciso saber delegar, apoiar, acompanhar e ser um servidor. Portanto, dê a oportunidade de crescimento a sua equipe, delegue certo. Defina com todos quais são as metas a serem alcançadas e dê o foco ao seu time de trabalho, pois uma equipe apática e sem produtividade pode ser um sinal de uma liderança que não sabe delegar na direção do sucesso."

Fonte:http://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=Liderar-e-Preciso&idc_cad=bhla2moui

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Sustentabilidade exige boa Gestão de Recursos

 O ministro da Sáude, Paulo Macedo afirmou que " a boa gestão dos recursos disponíveis é imprescíndivél para se alcançar a necessária sustentabilidade do SNS".
Tem razão o nosso Ministro, mas não é só para o SNS é para todos os serviços públicos ou privados do nosso país, para ver se saímos desta crise...!
M. Carmo

Contratar desempregados sai mais barato

 Desde 4 de Janeiro, as empresas que contratem pessoas inativas ou desempregadas com 45 ou mais anos passam a receber uma devolução entre 75% e 100% do valor pago pela Taxa Social Única, conforme o contrato seja a termo certo ou indeterminado. O devolução do valor da TSU não pode exceder os 200 euros.

Publicado no JN de 05/02/2013

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Programa "Impulso Jovem" alarga-se a Lisboa e Vale do tejo

De acordo com fonte do gabinete do ministro adjunto e dos assuntos parlamentares, as alterações publicadas representam "um novo impulso para o Impulso Jovem".
"As alterações a algumas medidas do Plano Estratégico Impulso Jovem visam alargar ainda mais o número de destinatários, em que se destaca a abrangência da região de Lisboa e Vale do Tejo, procurando, assim, contrariar a tendência de aumento do desemprego entre os mais jovens", diz um comunicado emitido pelo gabinete do ministro Miguel Relvas, que coordena o programa.
O Impulso Jovem, destinado a promover a empregabilidade de jovens desempregados entre os 18 e os 30 anos, foi aprovado pelo Governo a 14 de junho e desenvolve-se em torno de três eixos: estágios profissionais, apoio à contratação e empreendedorismo e apoios ao investimento.
Entre as alterações publicadas esta quarta-feira, nomeadamente no âmbito dos Estágios Passaporte Emprego, consta o alargamento do programa à região de Lisboa e Vale do Tejo com verbas do orçamento do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
O alargamento da duração dos estágios de seis meses para 12 meses, a adesão a estágios de acesso a profissões regulamentadas por ordens profissionais e o alargamento da medida Passaporte Emprego Economia Social às autarquias locais são outras das alterações que vão entrar em vigor.
No âmbito do apoio à contratação de jovens por via do reembolso das contribuições para a segurança social, vai ser reduzido de 12 para seis meses o prazo de inscrição prévia dos jovens nos centros de emprego.
O Impulso Jovem tem como meta abranger cerca de 90 mil jovens desempregados.

De acordo com o documento de avaliação do programa distribuído aos parceiros sociais em meados de janeiro, no âmbito da VI reunião de acompanhamento do Impulso Jovem, tinham sido registadas 3387 candidaturas, e tinham sido abrangidos pelas medidas de empregabilidade 1356 jovens.
O mesmo documento refere que cerca de 40% dos jovens colocados em postos de trabalho no âmbito de medidas de Apoio à Contratação correspondem a contratos de trabalho por tempo indeterminado.
 
2013-02-14, Fonte: Jornal de Notícias

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A Gestão de Pessoal




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"... entre os anos 60/70,é considerada como o período de consolidação e de maturidade da função pessoal e da sua equiparação relativa a outras funções de gestão das empresas, ainda que sem qualquer intervenção ao nível estratégico. Esta concepção orienta-se para uma perspectiva mais alargada do que são os RH, começando a manifestar-se preocupações de carácter qualitativo no domínio da motivação e da satisfação no trabalho, de tal modo que os sistemas de remuneração e de carreira, a formação e a qualificação, e os sistemas de avaliação das performances e das actividades ganham expressão. O recrutamento e a selecção começam a ser objecto de uma análise mais cuidada. Os parceiros sociais, nomeadamente as organizações sindicais, passam a ter um papel chave na negociação contratual. A função assume-se como uma área de gestão, desenvolvendo instrumentos técnicos específicos para responder às suas necessidades, tornando-se os quadros da função verdadeiros gestores."
 

As regras essenciais quando faz telefonemas profissionais


"O telefone foi criado há 136 anos e existem pessoas que utilizam-no diariamente como ferramenta de trabalho de uma forma pouco profissional.
Com as empresas a pouparem nas despesas e as deslocações a serem cada vez menos, os profissionais precisam de se adaptar, de forma a comunicar de forma eficaz por telefone. Na ausência do “olhos-nos-olhos” e da linguagem corporal, a sua voz assume uma grande importância, segundo a INC.
                    6 regras essenciais para comunicar   por telefone profissionalmente
1 – Expurgue as suas fraquezas verbais
Grave algumas conversas (com o consentimento da outra pessoa) e veja se faz algo irritante como “aahhh” em todas as frases. Outro dos erros cometidos regularmente é o “sim” repetitivo ao longo do telefonema.
Importante: Nunca transforme uma afirmação numa pergunta ao colocar um “não é?” no final da frase, isto pode-lhe destruir a credibilidade. Em relações aos sotaques regionais, evite-os ao máximo.
2 – Ter sempre agenda
Nunca tenha uma conversa professional, especialmente ao telefone, sem saber exactamente o que está a tentar alcançar. Esta ideia também é válida em encontros face-a-face ou em e-mails, mas é mais importante durante uma chamada telefónica. Duas razões essenciais:
  •  Pode não ter a atenção total da outra pessoa;
  •  Ao contrário do correio-electrónico, os telefonemas são em tempo real, o que significa que não é possível editar a mensagem transmitida, antes de clicar em Enviar.
3 – Escute, mesmo, as outras pessoas
Quando está a ter uma conversa, a maior parte das pessoas não ouvem o que o seu interlocutor está a dizer, mas estão a pensar no que vão dizer a seguir. Durante uma chamada telefónica este erro é fatal, porque os diferentes tons de voz são mais difíceis de captar do que estiver face a face.

É necessário um pouco de prática, mas o que precisa de fazer é suspender o pensamento de “o que é que eu vou fazer a seguir?” até a outra pessoa terminar de falar.
4 – Pense um pouco antes de cada resposta
Quando faz uma pausa antes de responder, a outra pessoa percebe que esteve a escutar. Se, pelo contrário, der a sua resposta imediatamente (ou pior, cortar a resposta da pessoa), vai estar a comunicar que pensa que os seus próprios pensamentos são muito mais importantes do que qualquer coisa que aquela pessoa possa ter dito.

5 – Escute, com atenção, a sua própria voz
Este é o lado negativo de escutar a outra pessoa. Numa conversa, a maior parte das pessoas estão a pensar no que a outra pessoa vai dizer a seguir, à medida que estão a falar. Isto é uma garantia de que a sua comunicação vai ser muito pobre.
Sendo assim, transmita a sua mensagem e oiça a sua voz. Isto torna-se mais fácil se seguir as regras 1 e 3.

6 – Adapte o seu tom de voz consoante as ocasiões
À medida que fala, adapte a sua voz aos elementos menos óbvios da voz da outra pessoa. O truque aqui é fazer uma mudança no tom de voz, que não seja perceptível para a outra pessoa.
Por exemplo, ao falar com alguém com um sotaque regional acentuado pode adaptar o seu discurso, ao falar mais pausadamente ou pelo contrário falar com maior cadência, para o seu interlocutor entender melhor a sua mensagem."
 
2013-02-15, Fonte: Dinheiro Vivo
 
 

Homens chegam a ganhar em média mais 800 euros do que as mulheres

Desengane-se quem julga que a desigualdade se atenua nas camadas mais escolarizadas. Os quadros superiores femininos ganham, em média, menos 801 euros do que os masculinos, indica o relatório Igualdade de Género em Portugal 2011.

Segundo o relatório da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, divulgado nesta quinta-feira, “a remuneração média mensal de base recebida pelas mulheres em 2010 foi de 801,81 euros e a dos homens 977,56”. Quer isto dizer que lhes pagam, em média, menos 175,75 euros por mês.

As diferenças notam-se dos mais baixos aos mais elevados níveis da hierarquia profissional: nos quadros superiores, a remuneraçao média de base feminina é 1725 e a masculina 2402; a diferença cresce quando se olha para os ganhos médios mensais: as mulheres levam, em média, 1972 euros para casa e os homens 2773.

Nos profissionais qualificados a diferença é de 800 para 922; nos não qualificados de 588 para 696.

“Em toda a economia da UE [União Europeia], as mulheres ganham, em média, cerca de 16% menos do que os homens”, refere o documento.

“Embora a generalidade das disparidades salariais entre homens e mulheres tenha decrescido na última década, em alguns países as disparidades salariais entre homens e mulheres a nível nacional têm aumentado, como é o caso de Portugal.”
2013-02-04, Fonte: Público

Frases soltas

"É preciso que a cultura organizacional valorize os funcionários e os trate como pessoas competentes, sérias e adultas." -- M.D. Silva

Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/frases.php